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	<title>Blog &#8211; ARB</title>
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	<description>ADVOGADOS  Especializados em Direito Previdenciário e Trabalhista</description>
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	<item>
		<title>Dependente químico tem direito ao auxílio doença.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 18:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça concede auxílio doença a dependente químico que teve benefício negado Reportagem do TRF3 Está na lei. quando o trabalhador se interna para tratar de dependência química, ele tem direito ao auxílio doença. Mas em São Paulo, o benefício foi negado a um homem. Ele levou o caso à justiça e conseguiu reverter a situação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="tit3">Justiça concede auxílio doença a dependente químico que teve benefício negado</div>
<div class="mat">
<p>Reportagem do TRF3</p>
<p>Está na lei. quando o trabalhador se interna para tratar de dependência química, ele tem direito ao auxílio doença. Mas em São Paulo, o benefício foi negado a um homem. Ele levou o caso à justiça e conseguiu reverter a situação. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região entendeu que a dependência química é uma doença reconhecida pelo CID 10 – no Cadastro Internacional de Doenças – e que gera uma incapacidade, que pode até ser total e definitiva.</p>
</div>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/383872-justica-concede-auxilio-doenca-a-dependente-quimico">https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/383872-justica-concede-auxilio-doenca-a-dependente-quimico</a></p>
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		<title>União estável tem direito a pensão por morte.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 18:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Décima Turma reconhece união estável e garante pensão por morte a companheira de segurado Segundo magistrados, ficou comprovado que casal viveu junto por mais de 50 anos     A Décima Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) confirmou decisão que determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conceder pensão por morte a companheira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="tit3">Décima Turma reconhece união estável e garante pensão por morte a companheira de segurado</div>
<div class="mat">
<p><em>Segundo magistrados, ficou comprovado que casal viveu junto por mais de 50 anos    </em></p>
<div>
<p>A Décima Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) confirmou decisão que determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conceder pensão por morte a companheira de um aposentado falecido em maio de 2021.</p>
</div>
<div>
<p>Para os magistrados, ficou comprovada a qualidade de segurado do falecido e a condição de dependente da autora. Prova oral e documental demonstraram que o casal vivia em união estável desde 1970.</p>
</div>
<div>
<p>De acordo com o processo, a mulher requereu ao INSS o benefício de pensão por morte em julho de 2021. Ela argumentou dependência econômica do companheiro, que era aposentado por invalidez.</p>
</div>
<div>
<p>Como, após 90 dias, a autarquia não havia decidido sobre o pedido administrativo, a autora acionou o Judiciário.</p>
</div>
<div>
<p>A Justiça Estadual de Camapuã/MS, em competência delegada, determinou a implementação da pensão por morte desde a data de falecimento do segurado.</p>
</div>
<div>
<p>O INSS recorreu ao TRF3. A autarquia argumentou que a companheira não comprovou viver em união estável com o falecido à época do óbito.</p>
</div>
<div>
<p>Ao analisar o caso, o desembargador federal Sérgio Nascimento, relator do processo, fundamentou que dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) confirmaram que o segurado era titular de aposentadoria por invalidez.</p>
</div>
<div>
<p>Além disso, segundo o magistrado, “a certidão de casamento religioso (1970), fotos do casal e a existência de quatro filhos em comum revelam a ocorrência de um relacionamento estável, com o propósito de constituir família”.</p>
</div>
<div>
<p>Testemunhas afirmaram que conhecem a autora há 30 anos e que o casal viveu junto, como marido e mulher, de forma pública, contínua e duradoura.</p>
</div>
<div>
<p>“Ante a comprovação da relação marital, há que se reconhecer a condição de dependente, sendo desnecessário outra prova de dependência econômica, eis que esta é presumida, nos termos do § 4º, do artigo 16, da Lei nº 8.213/91”, concluiu o relator.</p>
</div>
<div>
<p>A Décima Turma, por unanimidade, negou provimento à apelação do INSS e manteve a concessão da pensão por morte a partir de 27/5/2021, data de óbito do segurado.</p>
<p>fonte:</p>
<p><a href="https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/427032-decima-turma-reconhece-uniao-estavel-e-garante-pensao">Décima Turma reconhece união estável e garante pensão por morte a companheira de segurado (trf3.jus.br)</a></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda as novas regras para o auxílio acidente.</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/entenda-as-novas-regras-para-o-auxilio-acidente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 18:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Medida Provisória (MP) nº 1133/2022 editada pelo governo federal, muda as regras para a concessão e para a manutenção do auxílio-acidente pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pode prejudicar o trabalhador que for barrado na operação pente-fino. Entenda por que, o que mudou e como solicitar o auxílio. A MP 1113 não dispensa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Medida Provisória (MP) <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.113-de-20-de-abril-de-2022-394546163" target="_blank" rel="noopener"><strong>nº 1133/2022</strong></a> editada pelo governo federal, muda as regras para a concessão e para a manutenção do auxílio-acidente pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pode prejudicar o trabalhador que for barrado na operação pente-fino. Entenda por que, o que mudou e como solicitar o auxílio.</p>
<p>A MP 1113 não dispensa da perícia os trabalhadores com mais de 60 anos de idade que recebem auxílio-acidente (B-94), ou com 55 ou mais, e que já recebiam o auxílio por mais de 15 anos. Esta isenção de perícia permanece para os segurados que recebem aposentadoria por incapacidade permanente (B-32 e B-92).</p>
<p>Se não tiverem os documentos, esse segurados correm o risco de perder o benefício e também dicar sem o salário da empresa.</p>
<p><strong>O que é auxílio-acidente?</strong></p>
<p>O auxílio-acidente é um benefício pago a todos os trabalhadores e trabalhadoras acidentados e aos que retornaram ao trabalho, mas em outra função por não terem condições de exercerem a mesma tarefa.</p>
<p>Por exemplo: se um trabalhador perde a perna e não pode mais exercer sua função anterior, mas é realocado na volta ao trabalho, ele recebe o salário pago pela empresa na nova função mais uma média de 50% do valor do benefício previdenciário que recebia quando estava afastado. Esse percentual, limitado ao teto do INSS de R$ 7.087,22, pode ser maior ou menor.</p>
<p><strong>Quais eram os critérios antes da MP mudar as regras?</strong></p>
<p><strong>Antes da MP</strong>, os segurados que sofriam acidentes passavam por uma perícia médica e, depois que conseguiam a concessão do auxílio, não  precisavam retornar as agências do INSS até o fim do prazo estabelecido.</p>
<p><strong>Depois da MP</strong>, mesmo após o pedido de benefício ser concedido, o segurado terá de passar pela perícia médica sempre que for chamado, mesmo que tenha recorrido à Justiça para conseguir receber. E muitos trabalhadores recorrem porque a perícia do INSS nega pedidos demais.</p>
<p><strong>Qual o prazo entre uma perícia e outra?</strong></p>
<p>Com a mudança imposta pelo governo federal, o trabalhador acidentado terá de passar pela perícia periodicamente. O prazo é de, em média, seis meses, entre um exame médico pericial e outro.</p>
<p>O segurado também pode ser chamado para fazer  reabilitação profissional, mas isso só no caso do benefício ser cessado porque o trabalhador está apto a exercer uma função, mesmo que não seja a que ele exercia antes do acidente.</p>
<p>O<strong> que fazer se cair no pente-fino do INSS?</strong></p>
<p>O trabalhador que cair nas constantes operações pente-fino que o governo vem fazendo para cortar benefícios e perder o benefício, poderá recorrer do resultado da avaliação no prazo de 30 dias.</p>
<p><strong>Por quanto tempo o INSS paga auxílio-acidente?</strong></p>
<p>O trabalhador pode receber o auxílio-acidente até a aposentadoria, dependendo da gravidade do acidente e da incapacidade do mesmo de trabalhar em outra função.</p>
<p>Neste caso, quando se aposenta, o valor do auxílio-acidente entra no cálculo da média e o trabalhador passa a receber só a aposentadoria.</p>
<p><strong>Quem tem direito ao auxílio-acidente?</strong></p>
<p>Têm direito ao auxílio-acidente todos os trabalhadores e trabalhadoras que contribue com a Previdência Social, sejam eles:</p>
<p>. trabalhadores urbanos</p>
<p>. trabalhadores rurais</p>
<p>. empregados domésticos (desde 1º/06/2015)</p>
<p>. trabalhador avulso (empresa)</p>
<p>. segurado especial (agricultor familiar).</p>
<p><strong>Como solicitar?</strong></p>
<p>Para solicitar o auxílio-acidente, o trabalhador deve entrar em contato com os canais de atendimento pelo telefone 135 ou pelo site <a href="https://meu.inss.gov.br/#/login">Meu INSS</a>.</p>
<p><strong>Quais os documentos necessários?</strong></p>
<p>O trabalhador precisa ter em mãos os seguintes documentos (mas podem ser necessários outros, já que o governo ainda não divulgou as regras):</p>
<p>Documentos pessoais: RG, CPF, CNH;</p>
<p>Comprovante de residência;</p>
<p>Carteira de trabalho (Carteira de Trabalho e Previdência Social);</p>
<p>Declaração do Último Dia Trabalhado (DUT) – o trabalhador  deve pedir este documento à empresa ao com o máximo de antecedência, porque muitas vezes o RH pode demorar para entrega-lo;</p>
<p>Atestado médico com data, CID (Classificação Internacional de Doenças) e o período que o médico entende necessário para o afastamento e recuperação do paciente;</p>
<p>Laudos e exames que comprovam a doença – ideal que os laudos sejam detalhados e descritivos quanto a doença, tratamentos realizados, medicação receitada e eventuais cirurgias realizadas;</p>
<p>CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).</p>
<p><strong>Importante apresentar documentos corretos e legíveis</strong></p>
<p>Tendo em vista que a MP substituiu a perícia por avaliação documental, é muito importante que o requerimento do benefício seja feito por meio da apresentação de documentos corretos. Por exemplo: não adianta encaminhar atestado médico sem data ou CID.</p>
<p><strong>Cuidados para não ter o pedido indeferido</strong></p>
<p>A instrução normativa 128 do INSS, editada em 28 de março de 2022, determina que será arquivado o pedido de benefício requerido com a documentação incorreta ou ausente, caso o órgão não solicite nova documentação, isto é, a Carta de Exigência.</p>
<p>Verifique se os documentos a serem encaminhados são todos legíveis, pois a documentação incorreta pode resultar em arquivamento de requerimento de auxílio.</p>
<p>Se o arquivamento ocorrer, o trabalhador não poderá ingressar com recurso. Porém, ele poderá apresentar novo requerimento ao INSS.</p>
<p>Só que, apresentando novo requerimento, a data de início do benefício, caso concedido, será alterada para a data do novo pedido. Isto fará o trabalhador perder tempo e dinheiro, porque a data a ser considerada será a do novo requerimento, e as parcelas atrasadas do primeiro benefício não serão pagas.</p>
<p><strong>MP vale como lei?</strong></p>
<p>Uma Medida Provisória entra em vigor assim que é editada, mas o prazo de vigência é limitado a 60 dias, que pode ser prorrogado uma vez por mais 60 dias.</p>
<p>Se uma MP não for aprovada pelo Congresso no prazo de 45 dias, contados da sua publicação, tranca a pauta de votações da Casa legislativa em que se encontrar (Câmara ou Senado) até que seja votada ou perca a validade.</p>
<p>A MP só vira lei se for aprovada na Câmara e no Senado.</p>
<p>Se a Câmara ou o Senado rejeitar a MP ou se ela perder a eficácia, os parlamentares têm que editar um decreto legislativo para disciplinar os efeitos jurídicos gerados durante sua vigência.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://www.cut.org.br/noticias/entenda-as-novas-regras-do-auxilio-acidente-quem-tem-direito-e-como-solicitar-be4a">Entenda as novas regras do auxílio-acidente, quem tem direito e como solicitar – CUT – Central Única dos Trabalhadores</a></p>
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		<title>INSS pagará indenização a segurada por demora na implantação de benefício</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/inss-pagara-indenizacao-a-segurada-por-demora-na-implantacao-de-beneficio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 16:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[INSS deve indenizar segurada em R$ 10 mil por demora na implantação do auxílio-doença Autarquia levou mais de oito meses para efetivar benefício a mulher que passava por tratamento oncológico A Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) reconheceu o direito de uma segurada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receber [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="tit3">INSS deve indenizar segurada em R$ 10 mil por demora na implantação do auxílio-doença</div>
<div class="mat">
<p>Autarquia levou mais de oito meses para efetivar benefício a mulher que passava por tratamento oncológico</p>
<p>A Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) reconheceu o direito de uma segurada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receber indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, devido à demora na implantação de auxílio-doença concedido judicialmente. O benefício previdenciário foi implantado mais de oito meses depois da intimação da autarquia federal.</p>
<p>Para os magistrados, a situação ultrapassou os limites de mero dissabor, pois a segurada foi privada de verba de natureza alimentar enquanto passava por tratamento oncológico.</p>
<p>Em primeiro grau, a Justiça Federal em São José do Rio Preto já havia julgado procedente o pedido de danos morais, condenando o INSS. Após a decisão, a autarquia federal ingressou com recurso no TRF3 solicitando a reforma da sentença, afirmando não estarem presentes os pressupostos do dever de indenizar.</p>
<p>Ao analisar a questão no TRF3, o relator do processo, desembargador federal Mairan Maia, confirmou o entendimento de primeiro grau e concluiu que ficou caracterizada a demora administrativa no cumprimento da decisão judicial.</p>
<p>“Consoante se colhe dos documentos juntados aos autos, entre a data da comunicação da decisão que concedeu a antecipação da tutela para a implantação do auxílio-doença e a sua efetiva implantação, transcorreram quase nove meses, não havendo qualquer justificativa plausível para atraso de tal monta”, apontou.</p>
<p>O magistrado frisou que, após a expedição de comunicação via sistema, bem como a publicação da decisão, a parte autora requereu a intimação do INSS, em mais de uma oportunidade, para que a decisão judicial fosse cumprida. Desta forma, segundo ele, não procede a alegação do INSS de que não há documentos que indiquem a ciência acerca da determinação de implantação do benefício.</p>
<p>“No caso em tela, são inegáveis os dissabores experimentados pela autora, a qual foi privada, durante quase nove meses, de benefício de caráter alimentar, enquanto se encontrava acometida por quadro de dor crônica por conta de tratamento oncológico realizado”, concluiu.</p>
<p>Com esse entendimento, a Sexta Turma negou provimento ao recurso do INSS e confirmou a procedência do pedido de indenização por dano moral em R$ 10 mil.</p>
<p>Apelação Cível 5003673-42.2019.4.03.6106</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/419380-inss-deve-indenizar-segurada-em-r-10-mil-por-demora">https://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/419380-inss-deve-indenizar-segurada-em-r-10-mil-por-demora</a></p>
</div>
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		<title>Decisão sobre &#8216;revisão da vida toda&#8217; vai gerar avalanche de processos</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/decisao-sobre-revisao-da-vida-toda-vai-gerar-avalanche-de-processos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 13:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Tributaristas e especialistas em Direito Previdenciário ouvidos pela revista eletrônica Consultor Jurídico acreditam que a decisão do Supremo Tribunal Federal, que validou na quinta-feira (1º/12) a &#8220;revisão da vida toda&#8221; para os benefícios do INSS, deve provocar uma avalanche de pedidos de revisão. Os especialistas destacam ainda que é preciso ter cautela, já que a regra de transição não é benéfica para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Tributaristas e especialistas em Direito Previdenciário ouvidos pela revista eletrônica <strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Consultor Jurídico</span></strong> acreditam que a decisão do Supremo Tribunal Federal, que <a href="https://www.conjur.com.br/2022-dez-01/supremo-valida-revisao-vida-toda-beneficios-inss" target="_blank" rel="noopener">validou</a> na quinta-feira (1º/12) a &#8220;revisão da vida toda&#8221; para os benefícios do INSS, deve provocar uma avalanche de pedidos de revisão.</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Os especialistas destacam ainda que é preciso ter cautela, já que a regra de transição não é benéfica para todos os casos. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Maria Faiock</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">, advogada especializada em Direito Previdenciário, destaca que a tese apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes é justa e respeita o direito adquirido dos aposentados. &#8220;Contudo, é preciso ter o máximo de cautela na hora de pedir a &#8216;revisão da vida toda&#8217;. Principalmente para quem se aposentou após a reforma da previdência, já que em muitos casos a regra da transição da Emenda Constitucional 103/2019 pode ser mais vantajosa&#8221;, explica. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">A especialista destacou que a decisão deve provocar uma avalanche de ações judiciais pedindo a revisão. &#8220;Antes de ingressar com uma ação, é preciso fazer uma análise prévia para não correr o risco de acionar o Judiciário e acabar sendo condenado a pagar custas processuais.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Dyna Hoffmann</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">, CEO e sócia do SGMP Advogados, por sua vez, afirma que já há diversos sites orientando pessoas e advogados sobre como ajuizar as ações, quais argumentos levantar e quais documentos apresentar. &#8220;Isso vai onerar o sistema, tanto em relação a essas demandas, pois será necessário ter pessoal para preparar as defesas, organizar documentação, responder às demandas administrativas, como na questão do equilíbrio econômico financeiro do INSS&#8221;, sustenta. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Cristina Aguiar Ferreira da Silva</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">, advogada e doutora em Direito Previdenciário, segue na mesma linha. &#8220;Possivelmente teremos um aumento dos pedidos de revisão dos benefícios. No entanto, cumpre destacar que a revisão pode não ser benéfica para todos, pois em regra as pessoas recebem — e, portanto, contribuem — menos no começo de sua vida laboral em comparação com o final de sua carreira&#8221;, explica.</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Início ou fim de carreira</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;"><br />
O advogado <strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Jefferson Maleski</span></strong>, do escritório Celso Cândido de Souza, explica que a tese beneficia quem teve maiores ganhos no início da carreira, antes de 1994, e depois passou a receber salário-mínimo, como os bancários de instituições financeiras que quebraram com o Plano Real. Mas Maleski lembra que a maioria dos brasileiros atinge o seu auge de rendimentos por volta dos 50 anos, e os salários mais antigos, anteriores a 1994, são os mais baixos, podendo diminuir o recálculo da média. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">&#8220;Quem teve salários mais altos antes de  julho de 1994 (Plano Real) e quem teve salários mais baixos ou nenhum salário depois de julho de 1994 e até o pedido do benefício, tem chances de aumentar a aposentadoria com a &#8216;revisão para a vida toda'&#8221;, indica.</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Maleski também lembra que a &#8220;revisão da vida toda&#8221; possui uma janela de prazo que se fecha a cada dia que passa, podendo ser solicitada hoje para quem recebeu o seu primeiro benefício desde dezembro de 2012 até novembro de 2019. &#8220;Já no mês que vem, essa janela diminui um mês, até que em novembro de 2029 ela se feche definitivamente. Por isso é importante que as pessoas procurem um advogado especializado para que ele verifique se elas cumprem os requisitos e se o recálculo é favorável a elas o quanto antes&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Coerência jurisprudencial</span></strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;"><br />
Cristina Aguiar Ferreira da Silva acredita que a tese vencedora apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes encontra base no voto do relator — o ministro aposentado Marco Aurélio Mello —, mas atribuiu limites temporais mais claros. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">A tese vencedora determina que: </span></strong></p>
<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">&#8220;O segurado que implementou as condições para o benefício previdenciário após a vigência da Lei 9.876, de 26/11/1999, e antes da vigência das novas regras constitucionais introduzidas pela Emenda Constitucional 103/2019 tem o direito de optar pela regra definitiva caso esta lhe seja mais favorável&#8221;</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">&#8220;Entendo que a decisão está na linha do que vinha sendo entendido pelo STF em matéria previdenciária, mostrando-se apropriada para resolver a questão discutida pela Corte já que ampara o direito do segurado mais antigo no regime previdenciário a opção por uma regra de transição mais benéfica que a nova posta à época em vigência, mesmo que não tão favorável quanto a anterior. Essa, inclusive, é a finalidade da regra de transição&#8221;, sustenta.</span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">Por meio de nota, o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) — que participou julgamento do tema 1102 como <em><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">amicus curiae</span></em> — exaltou a decisão. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">O advogado <strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Diego Cherulli</span></strong>, que representou a entidade no processo, destacou que objeto jurídico do tema é a perfeição atuarial do benefício previdenciário, nos moldes pensados pelos legisladores. </span></p>
<p style="text-align: start; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #1a1a1a;">&#8220;Tratar quem mais financiou (a previdência) com prejuízo destrói a segurança jurídica e a expectativa de direitos, elementos definidores das proteções advindas por normas de natureza transitória ou de transição, como o art. 3º da Lei 9.876/99. Por isso acreditamos que a decisão de hoje foi a mais correta, por ser esta uma interpretação legal da Lei 9876, de 1999&#8221;, explica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte</p>
<p>Conjur</p>
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		<title>“Revisão da vida toda”: com Moraes, STF forma maioria a favor de aposentados do INSS.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 14:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Julgamento foi retomado a partir da meia-noite desta sexta-feira (25), e voto de Moraes era considerado decisivo; governo federal estima rombo de R$ 46 bilhões com revisão de benefícios. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou voto favorável no julgamento sobre a tese da “revisão da vida toda” dos aposentados pelo INSS. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Julgamento foi retomado a partir da meia-noite desta sexta-feira (25), e voto de Moraes era considerado decisivo; governo federal estima rombo de R$ 46 bilhões com revisão de benefícios.</strong></p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, do <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal-stf/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal (STF)</a>, apresentou voto favorável no julgamento sobre a tese da “<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/entenda-o-que-e-a-revisao-da-vida-toda-que-esta-com-julgamento-pendente-no-stf/" target="_blank" rel="noopener">revisão da vida toda</a>” dos aposentados pelo <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/instituto-nacional-do-seguro-social-inss/" target="_blank" rel="noopener">INSS</a>.</p>
<p>O julgamento foi retomado à 0h desta sexta-feira (25), com o voto de Moraes já registrado no plenário virtual.</p>
<p>A análise do caso começou em junho do ano passado, mas foi suspensa por pedido de vista de Moraes, que pediu mais tempo para estudar o tema.</p>
<p>O voto de Moraes era o único que ainda não havia sido feito, e decisivo para decidir o placar, até ontem empatado por 5 a 5.</p>
<p>O relator, ministro Marco Aurélio, havia apresentado voto favorável pela revisão, acompanhado à época pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Rosa Weber e Ricardo Lewndowski.</p>
<p>Foram contra a revisão os ministros Nunes Marques, Dias Toffoli, Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Luiz Fux.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>A proposta em questão dá aos aposentados o direito de pedir na Justiça a inclusão de todas as suas contribuições no INSS no cálculo da média salarial, inclusive as anteriores a julho de 1994. Essas contribuições mais antigas haviam sido retiradas dos cálculos conforme legislação de 1999.</p>
<p>A revisão desses benefícios pode custar R$ 46 bilhões aos cofres públicos, segundo estimativas do governo federal.</p>
<p>“Vamos supor que a pessoa contribuía desde 1980: tudo o que foi de 1980 a 1994 não entra nesse cálculo da aposentadoria dela, como se não tivesse contribuído”, explicou à CNN, ainda no início do julgamento, a advogada especializada em direito trabalhista e previdenciário Cristiane Grano Haik.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/revisao-da-vida-toda-com-moraes-stf-forma-maioria-a-favor-de-aposentados-do-inss/?fbclid=IwAR3NZwO0k6HE5eCZLcj3RTg3wmbx2UCCFoCdZCge4Zif5TwCrUr6ZFGmKOY">https://www.cnnbrasil.com.br/business/revisao-da-vida-toda-com-moraes-stf-forma-maioria-a-favor-de-aposentados-do-inss/?fbclid=IwAR3NZwO0k6HE5eCZLcj3RTg3wmbx2UCCFoCdZCge4Zif5TwCrUr6ZFGmKOY</a></p>
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		<item>
		<title>Atendente de telemarketing que ficou surda receberá auxílio-acidente, decide TJ</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/atendente-de-telemarketing-que-ficou-surda-recebera-auxilio-acidente-decide-tj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 14:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma atendente de telemarketing de município do oeste do Estado que desenvolveu surdez neurossensorial bilateral, após longo período no exercício das funções, receberá auxílio-acidente na base de 50% do salário-de-benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão é da 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em matéria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="Standard">Uma atendente de telemarketing de município do oeste do Estado que desenvolveu surdez neurossensorial bilateral, após longo período no exercício das funções, receberá auxílio-acidente na base de 50% do salário-de-benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão é da 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em matéria sob a relatoria do desembargador Jorge Luiz de Borba.</p>
<p class="Standard">A Lei n. 8.213/1991, art. 86, lembrou Borba, estabelece que &#8220;o auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia&#8221;.</p>
<p class="Standard">O relator explicou que, para a concessão do auxílio-acidente, “devem estar comprovados a qualidade de segurado, o nexo de causalidade entre a moléstia e o trabalho desenvolvido, a consolidação das lesões sofridas pelo obreiro e a redução da capacidade laborativa”. Segundo ele, é exatamente isso que demonstram os autos. Assim, o relator votou pela concessão do auxílio e seu entendimento foi seguido de forma unânime pelos demais integrantes da 1ª Câmara de Direito Público. O pleito da trabalhadora havia sido negado em 1º grau (Apelação n. 5000286-08.2020.8.24.0046/SC).</p>
</div>
<div class="fw3-style-color-palette-primary-dark-gray small">Conteúdo: Assessoria de Imprensa/NCI<br />
Responsável: Ângelo Medeiros &#8211; Reg. Prof.: SC00445(JP)</div>
<div></div>
<div>Fonte: Noticias TJSC</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>CLT 9 motivos que causam a rescisão indireta do contrato de trabalho</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/clt-9-motivos-que-causam-a-rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 17:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A rescisão indireta, também conhecida como despedida indireta, demissão forçada ou justa causa do empregador, acontece quando a empresa pratica alguma falta grave contra o funcionário. Então, a empresa pode ser obrigada a demitir o funcionário e pagar todos os seus direitos como se fosse em uma demissão sem justa causa. Essa falta grave da empresa contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>rescisão indireta</strong>, também conhecida como despedida indireta, demissão forçada ou justa causa do empregador, acontece quando <strong>a empresa pratica alguma falta grave contra o funcionário.</strong></p>
<p>Então, a empresa pode ser obrigada a demitir o funcionário e pagar todos os seus direitos como se fosse em uma demissão sem justa causa.</p>
<p>Essa falta grave da empresa contra você pode ser de forma física, psicológica ou moral, por exemplo, em casos de agressão e assédio.</p>
<p>Então, ocorre uma inversão de papéis e a empresa é quem leva a justa causa e, ainda, precisa pagar os valores devidos a você.</p>
<p><strong>O que pode causar a rescisão indireta?</strong></p>
<p>Não é uma simples insatisfação com o seu chefe ou com a empresa que pode levar você a pedir a rescisão indireta.</p>
<p>Portanto, listamos alguns motivos mais comuns que podem causar a rescisão indireta:</p>
<ol>
<li><strong> Assédio sexual</strong></li>
</ol>
<p>De início, o assédio sexual pode ser confundido com assédio moral, porém, há situações com desejos sexuais com a pessoa assediada.</p>
<p>Esse contexto é bastante constrangedor, leva à perda do rendimento da pessoa e pode causar outros transtornos.</p>
<p>Além de ser um crime, o assédio sexual pode fazer com que a pessoa assediada inicie um processo para pedir a rescisão indireta.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Assédio moral</strong></li>
</ol>
<p>Aqui, são situações constrangedoras, humilhantes e vexatórias que podem levar a pessoa a sentir o assédio moral.</p>
<p>Então, ocorre uma pressão psicológica em razão de alguma situação ou condição pessoal e física.</p>
<p>Assim, as piadas excessivas, bullying, gestos ofensivos, cobranças abusivas ou punições em razão de metas não cumpridas, são as causas mais comuns de assédio no trabalho.</p>
<p>Nesses casos, se a situação for permanente, será possível iniciar um processo de rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p><strong>Outros motivos que podem causar a rescisão indireta</strong></p>
<p>Além dos motivos que comentei acima, existem outras situações muito comuns que podem ser motivos para a rescisão indireta. Veja:</p>
<ol start="3">
<li>redução da carga horária de trabalho do funcionário de forma unilateral (apenas pela empresa), assim, reduzindo a sua remuneração;</li>
<li>se a empresa não cumprir as obrigações do contrato de trabalho –exemplos: não pagar o salário em dia, não liberar os 30 dias de férias por ano trabalhado ou, ainda, negar outros direitos;</li>
<li>nos casos de agressão física praticada por algum superior da empresa ou pelo próprio patrão, exceto em situação de legítima defesa própria ou de outra pessoa;</li>
<li>nos casos em que você for submetido a situações de risco ou insalubridade sem os devidos equipamentos de proteção e adicionais no salário;</li>
<li>se a empresa praticar ações que possam manchar a sua honra ou de seus familiares;</li>
<li>quando a empresa exigir que você execute tarefas muito excessivas, ouseja, que vão além do que é possível pelas características fisiológicas do ser humano;</li>
</ol>
<ol start="9">
<li>nas situações em que ocorrer humilhação, como o assédio moral ou sexual ao colaborador.</li>
</ol>
<p>Também, pode haver outras situações que não estão descritas acima, porém, que podem causar a justa causa da empresa.</p>
<p>Nesses casos, você deve apresentar provas para a Justiça decidir a seu favor e conceder a rescisão indireta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jornal Contabil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Burnout vira doença ocupacional; quais direitos do trabalhador?</title>
		<link>https://arbadvogados.com.br/sindrome-de-burnout-vira-doenca-ocupacional-quais-direitos-do-trabalhador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ARB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 13:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de janeiro, a OMS (Organização Mundial da Saúde) vai reconhecer a síndrome de Burnout como doença ocupacional, caracterizada como &#8220;estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso&#8221;. Com isso, trabalhadores acometidos pela doença ganham um argumento a mais em pedidos de afastamento pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ou de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A partir de janeiro, a OMS (Organização Mundial da Saúde) vai reconhecer a síndrome de Burnout como doença ocupacional, caracterizada como &#8220;estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso&#8221;. Com isso, trabalhadores acometidos pela doença ganham um argumento a mais em pedidos de afastamento pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ou de reparação pela empresa na Justiça do Trabalho.</p>
<p><strong>O que é a síndrome de Burnout:</strong></p>
<p>A síndrome de burnout é resultante do estresse crônico no ambiente de trabalho que não foi gerenciado com sucesso. Segundo especialistas, a doença psíquica está associada à exaustão que acontece de forma prolongada.</p>
<p><strong>Tem como características</strong>:</p>
<ul>
<li>sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia</li>
<li>aumento do distanciamento mental do trabalho</li>
<li>sentimentos negativos relacionados ao próprio trabalho</li>
<li>redução da eficácia profissional</li>
<li>sintomas como depressão, ansiedade, irritabilidade, baixa autoestima e dificuldade de concentração</li>
</ul>
<p><strong>Como comprovar que tem a doença:</strong></p>
<p>Entre os documentos necessários para dar entrada na perícia médica estão: laudo e relatório médico fundamentado, no qual o médico deverá descrever sintomas, fatores que desencadearam o problema de saúde e ainda inserir o número da CID corretamente, além da documentação pessoal e profissional. Essa avaliação deve ser feita pelo médico e psicólogo do paciente. Eles deverão emitir os laudos detalhando o problema e informando o período de afastamento do trabalho.</p>
<p>Com até 15 dias de ausência, o salário é mantido pela empresa. Se o período for superior a 15 dias, o trabalhador poderá dar entrada no auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, dependendo do caso.</p>
<p>O pedido de benefício é igual aos demais casos de doença ou acidente. O profissional deverá agendar a perícia médica do INSS para confirmar a condição de saúde.</p>
<p>Se necessário mover uma ação na Justiça, os mesmos documentos deverão ser reunidos.</p>
<p>Fonte: Uol Economia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais em:</p>
<p>ARB ADVOGADOS<br />
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		<title>EMPREGADOR &#8216;DEMITIDO&#8217; Falta de recolhimento do FGTS causa rescisão indireta, decide o TST</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 18:49:03 +0000</pubDate>
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